UpLive Upgood Artic Plus 30

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Detalhes do Produto

Ingredientes: Água; Stevia; Betula alba (Bétula); Equisetum arvense (Cavalinha); Curcuma longa (Açafrão da índia); Apium graveolens (Aipo); Harpagophytum procumbens (Harpágo); Filipendula ulmaria (Ulmária); Salix alba (Salgueiro branco); Saccharomyces cerevisiae (Levedura de cerveja); Cloreto de magnésio; Gluconato de manganês; Sulfato de cobre; Dihidrogenofosfato de sódio; Fluoreto de sódio; Sulfato de zinco; Iodeto de potássio.
 
Modo de administração: uma ampola por dia.
 
Apresentação: caixa com 30 ampola.
 
Benefícios dos ingredientes ativos:
 
Bétula
 
As folhas de bétula são indicadas como depurativo em doenças bacterianas e inflamatórias das vias urinárias eferentes. A sua utilização é também muito positiva no tratamento das pedras de rim, assim, as folhas de bétula têm um efeito preventivo no aparecimento dos cálculos renais.
As folhas de bétula são diuréticas. Em experiências realizadas, foi possível comprovar claramente que o aumento da urina depende da quantidade flavonoides que contenham. O dito efeito é conseguido ao inibir a enzima que habitualmente regula a formação da urina. É possível que o potássio que as folhas de bétula contêm contribua para o efeito observado.
As folhas dissecadas e os seus preparados (sobretudo os extratos secos e aquoso-alcoólicos) são utilizados com fins medicinais. Os principais ativos mais importantes das folhas de bétula do ponto de vista farmacológico são os flavonoides, os triterpenos, as saponinas, os princípios amargos, os taninos e o óleo essencial.
Por via oral, utiliza-se para depurar o sangue no decorrer de curas de primavera em casos de gota e reumatismo. O seu uso tópico serve para combater a alopecia e a caspa.
Segundo uma antiga tradição originária do norte da Itália, a artrite ou o reumatismo cura-se dormindo em sacos cheios de folhas de bétula ou tomando banho com folhas desta árvore. Na Finlândia golpeiam-se as costas com finos ramos de bétula durante a sauna, enquanto se transpira. Com esta técnica estimula-se a irrigação sanguínea da pele e o metabolismo cutâneo.
Cavalinha
 
Na medicina empregam-se os rebentos estéreis secos, colhidos nos meses de verão. Do ponto de vista farmacológico, os princípios ativos mais importantes contidos na erva da cavalinha são os flavonoides, os derivados do ácido cafeico, o ácido silício e os alcaloides de piridina.
Na medicina popular utiliza-se a cavalinha em casos de tuberculose, nefrite e cistite, como remédio hemostático em caso de menstruações fortes, hemorragias nasais, pulmonares e estomacais, gretas nas unhas dos pés, alopecia, doenças reumáticas, gota, úlceras, inchaços, ossos partidos e frieiras. Menciona-se os efeitos desta planta para aliviar a tosse e curar problemas bronquiais e pulmonares. Era um dos ingredientes de muitas infusões para a tosse e utilizava-se como gargarejo e colutório. As compressas de infusão de cavalinha constituíam um apreciado remédio caseiro para curar as feridas de difícil cicatrização.
Aplicações cientificamente comprovadas
Recomenda-se o consumo de cavalinha em caso de edemas pós-traumáticos ou estáticos, como terapia depurativa em doenças bacterianas e inflamatórias das vias urinárias eferentes, e em casos de areias renais. O seu uso tópico é benéfico para curar feridas de difícil cicatrização.
O efeito terapêutico desta planta em caso de inflamação das vias urinárias e areias renais deve-se sobretudo à melhor depuração (sem expulsão) de iões de sódio e potássio.
 
O aumento da excreção urinária é em parte resultante da ação dos flavonoides e derivados de ácido cafeico contidos na planta.
 
A sua utilização como cicatrizante pode dever-se ao efeito adstringente do ácido silícico. Além disso, a cavalinha fortalece o tecido conjuntivo e estimula a metabolismo da pele.
 
Muito rica em sais minerais, de onde se destaca o silício, ajuda a estimular a síntese do colagénio e a favorecer a reconstituição dos tecidos ósseos e conjuntivos. Permite ainda melhorar a flexibilidade dos tendões protegendo-os durante os esforços desportivos.
 
Em ensaios também foram observados efeitos antiespasmódicos.
 
Açafrão da Índia
 
O açafrão-da-Índia (Curcuma longa), também conhecido como gengibre-amarelo, açafrão-da-terra, curcuma ou turmeric, é uma planta da família das zingiberáceas. Este pequeno arbusto trepador, nativo da floresta asiática, especialmente da Índia, é amplamente cultivado em climas tropicais. A primeira referência literária desta planta data de 600a.c. onde é descrita como uma planta corante. Cultivada há mais de 2000 anos, o açafrão-da-Índia é uma das mais antigas especiarias orientais à qual esteve sempre associado o culto do sol. O seu uso na culinária é, atualmente, muito difundido, entrando normalmente na composição da mistura a que designamos por caril.
 
Esta planta é tradicionalmente utilizada pelas milenares medicinas Ayurvédica e Chinesa, devido às suas ações antidispéptica (atenua dor e sensação desagradável relacionada com a função digestiva), carminativa (atenua o desenvolvimento de gases intestinais), colerética (aumenta a secreção de bílis), espasmolítica (inibe os espasmos musculares) e hepatoprotectora. Atualmente, o seu uso é indicado como eupéptico (auxílio ao processo digestivo), estimulante das secreções digestivas e carminativo nas disquinesias hepatobiliares, hepatites e cólicas gastrointestinais.
 
São-lhe ainda atribuídas propriedades antiagregante plaquetária e antioxidante, estando também descritos benefícios da sua administração na prevenção de híper lipidemias (níveis sanguíneos elevados de colesterol e triglicéridos), arteriosclerose e trombo embolias.
 
Mais recentemente, têm sido realizados alguns estudos acerca das suas propriedades anti-inflamatórias, cujas conclusões permitem a sua inclusão em diversos suplementos alimentares indicados como coadjuvantes no tratamento de artrites e de outras condições inflamatórias do foro reumatológico, com resultados francamente positivos.
 
Apesar dos benefícios que estão associados ao seu consumo, o uso de açafrão-da-índia está, no entanto, contra-indicado em caso de obstrução das vias biliares, devendo ocorrer especial atenção no que à suplementação contínua diz respeito, já que esta poderá ser responsável por algum desconforto gástrico.
 
Aipo
 
O aipo possui diversos benefícios para a saúde devido às suas propriedades diuréticas, expetorantes, laxantes, tônicas e é rico em flavonoides, vitaminas e minerais fortalecem as defesas imunitárias e o metabolismo.
 
Por ser diurético o aipo elimina as toxinas acumuladas no organismo, combate o inchaço e ajuda a emagrecer. O aipo é rico em água, potássio, sódio, cálcio, fósforo, magnésio, ferro e vitaminas B e C.
 
Devido á sua rica composição em vitaminas e minerais, o aipo, como ingrediente dos suplementos alimentares, pode ser indicado para: emagrecer, pedra na vesícula, pedra nos rins, gota, cistite, reumatismo, anemia, nefrite, hepatite, viroses, ferimentos, afonia, secreção pulmonar, disenteria, anorexia, problemas digestivos, dor de estômago, icterícia, menstruação atrasada, gases, rouquidão e diabetes.
 
 Harpago
 
O harpago era utilizado na medicina popular sul africana como tónico gastrointestinal e remédio analgésico e anti reumático. O nome garra-do-diabo deve-se aos poderosos ganchos presentes nos seus frutos.
 
Na medicina empregam-se os tubérculos de armazenamento situados nas raízes secundárias. Os princípios ativos mais importantes são os iridóides, por exemplo, os harpagósidos, os derivados de feniletanol e os hidratos de carbono de cadeia curta.
 
Tradicionalmente, a raiz de harpago foi utilizada em caso de feridas e doenças cutâneas, dores, mal estar produzido pela gravidez, artrite, alergias e doenças do metabolismo, bem como problemas renais, vesicais, hepáticos e biliares.
 
Na África do Sul emprega-se o harpago com diferentes fins, por exemplo, como tónico em problemas digestivos e analgésico contra a artrite e os transtornos reumáticos. Tradicionalmente, também era utilizado para baixar a febre e recorria-se ao seu uso tópico em forma de pomada na cura de úlceras e furúnculos.
 
A raiz de harpago tem um efeito anti inflamatório e analgésico. Recomenda-se a sua ingestão em caso de artrose. Também se verificaram melhoras em casos de reumatismo e artrite durante a realização de estudos clínicos. Atua eficazmente sobre a dor e a inflamação, aumentando a mobilidade das articulações, com a grande vantagem de ser bem tolerado ao nível do estômago, podendo ser utilizado por longos períodos de tempo nos problemas crónicos.
 
Aplicações cientificamente comprovadas
 
Recomenda-se a ingestão de raiz de harpago em caso de artroses dolorosas nas articulações, dores na zona lombar da coluna vertebral e em transtornos digestivos.
 
Em ensaios clínicos foi possível demonstrar os efeitos anti inflamatórios e analgésicos de um extrato estandardizado de harpago.
 
Salgueiro branco
 
Existem mais de 300 espécies agrupadas na família das salicáceas. As mais conhecidas são salgueiro-branco, o salgueiro-frágil e o salgueiro-chorão.
 
Na medicina empregam-se a casca seca dos ramos jovens colhidos na primavera. Do ponto de vista farmacológico, os principais ativos mais importantes são os glucósidos de ácido salicílico, sobretudo a salicilina, bem como os taninos e os flavonoides.
 
Na medicina popular utiliza-se, por via oral, em caso de dores de cabeça, estados gripais, dor de dentes, gota, reumático, transtornos gastrointestinais, diarreia e febre. O seu uso tópico é benéfico para reduzir o suor dos pés e curar feridas de difícil cicatrização.
 
A casca de salgueiro tem um efeito anti inflamatório e analgésico. Recomenda-se a sua ingestão no tratamento de transtornos reumáticos como a artrite e a poliartrite crónica.
 
Aplicações cientificamente comprovadas
 
Recomenda-se a utilização de salgueiro no tratamento de doenças febris, transtornos reumáticos e dores de cabeça.
 
A quantidade de salicina é o que determina principalmente o efeito. A partir desta substância liberta-se o agente ativo denominado ácido salicílico, através de bactérias intestinais.
 
O ácido salicílico é o “irmão” fitoterapêutico do ácido acetilsalicílico sintético. Tal como este último, também tem um efeito febrífugo, anti-inflamatório e analgésico.
 
Esta substância exerce o seu efeito lentamente, porque a salicina tem de ser primeiro dissociada. A casca de salgueiro é a mais indicada no tratamento de doenças crónicas que de dores agudas.
 
Tal como o ácido acetilsalicílico, o ácido salicílico é um remédio eficaz em caso de artrite ligeira e moderada, uma vez que inibe determinadas enzimas responsáveis pelo aparecimento da reação inflamatória.
 
O conteúdo em taninos da casca de salgueiro possui um efeito adstringente. Por isso, por vezes utiliza-se também para cicatrizar feridas.
 
Ulmária
 
Esta planta é célebre desde 1838, quando foi feito o isolamento do ácido salicílico, que constitui a base da aspirina.
 
A presença de salicilato de metilo confere à planta propriedades antipiréticas, anti-inflamatórias, anti-reumática e anti-agregante plaquetária, os flavonoides e os heterósidos aumentam a atividade anti-inflamatória e diaforética.
 
Os taninos têm ação adstringente e podem recomendar-se em casos de diarreia, incluindo diarreia infantil pois a sua ação é bastante suave. Em fitoterapia, a planta funciona melhor como um todo do que os seus componentes isolados.
 
A presença de taninos e mucilagem ajuda a combater os efeitos adversos dos salicilatos isolados que podem causar irritações gástricas. Daí ser muito aconselhada para problemas de hiper-acidez do estômago e outros problemas do aparelho digestivo como flatulência, problemas de fígado e úlceras gástricas, mau hálito, refluxo gástrico e ainda cistite.
 
É também muito eficaz para combater febres e gripes, pedra na bexiga, celulite, reumatismo, crónico, arterite, dores menstruais, dores de cabeça, edema, diurese e ureia.
 
Levedura de cerveja
 
A levedura de cerveja é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. A levedura de cerveja é uma das maiores fontes naturais de vitaminas do complexo B e de proteínas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, característicos das proteínas de origem animal. A levedura de cerveja contém alto teor de proteínas, fibras e vitaminas.
 
A levedura de cerveja é um alimento precioso e um remédio milenar. Já assim a considerava Hipócrates, o “pai da medicina”, bem como os monges das confrarias medievais, que a empregavam nas curas de muitos males.
 
No que concerne ao teor vitamínico, é considerada a maior e melhor fonte conhecida. É riquíssima em complexo B, fator essencial da respiração e nutrição celulares e, assim, da manutenção do equilíbrio orgânico.
 
Minerais e oligoelementos
 
Os oligoelementos e minerais constituintes do Upgood artic plus reforçam a ação das plantas ao nível das articulações.

 

Características

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